quarta-feira, 5 de maio de 2010

Uma escrita de alguns dias atrás

O aconchego da manhã fria...

Uma parte ainda quer a outra
no caminho da névoa fria
o sol já não brilha no norte


-Continua.

domingo, 25 de abril de 2010

Ninguém consegue interpretar a voz do poeta, na verdade

São poucos aqueles que.

sábado, 24 de abril de 2010

Compartilho comigo mesma (e) as paredes escuras

Jingle jungle

Mundo estranho e sobrenatural
ela acredita que
-Isso não é o fim
ela acredita que
-Esse não é o fim

Porque o pra sempre nunca foi infinito. E as despedidas são apenas um comprimento de um Olá, até mais tarde!






-Ela também nunca mais voltou.

Siga o caminho do tamborim

Bob Dylan tem cantado
minhas manhãs ao entadecer

Bob Dylan tem cantado
em mundos diferentes

O Tamborim tem tocado
tuas noites ao amanhecer

O Mr do Tamborim
tem sorrido nos sonhos
escuros em meu quarto

-Deixando-me cegamente aqui parada,
mas ainda não dormindo.

A última visita

O único rastro de luz
é o farol de um carro aceso
guiando a estrada já perdida pela escuridão

Percorri
ao escuro
ao silêncio
ao frio

Percorri
sobre a música de meus pensamentos
que me acompanharam durante a chegada

Mão fechada que guardava
as palavras abstratas

Mão gelada que já não sentia
o calor da ansiedade (a)colhida

Tua campainha tocou
nenhuma alma compareceu
até derrepente uma luz se acender

Mãos a entregue
acompanhada de uma breve despedida...

Mas tu não estavas lá.


Ficou tão escuro o caminho da partida
que postes já não acendem
que postes já nunca existiram por lá

-Rastro nenhum.
-Obrigado, por me avisar!
-Não precisa agradecer, tu teria feito o mesmo.

E ela acrescentou:
-É difícil de acreditar em mim, não é mesmo?!